O perfume da priprioca está em quase todos os banhos-de-cheiro do Pará
Seu uso está tão difundido que o tubérculo da planta ralado é encontrado para venda em saches em qualquer banca ou loja de produtos naturais de Belém. Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, da Embrapa e de três universidades da região desenvolvem pesquisas sobre a planta, considerada o "cheiro do Pará" com sua fragrância levemente amadeirada e picante. A priprioca é cultivada em escala comercial há mais de 30 anos no estado. Em nenhuma outra região da Amazônia seu uso é tão popular e é possível comprá-la com tanta facilidade.
As mesmas sementes da Bixa orelana, que são a base das pinturas vermelhas usadas pelos índios para adorno corpóreo e proteção contra os raios solares, são trituradas E aproveitadas na culinária cotidiana das cidades e vilarejos da Amazônia, principalmente como uma espécie de coloral para os pratos. Das folhas do urucum são extraídas substâncias com propriedades farmacológicas para o tratamento de problemas de estômago, intestino e como antiinflamatórios para contusões e feridas
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